terça-feira, 9 de outubro de 2007

Top 5 do Jornal da Globo

Na edição da noite passada (08/10) do Jornal da Globo, foi divulgado o resultado da enquête do noticioso, questionando qual a melhor capa de álbum brasileiro da história. Como sempre, fizeram oba-oba durante o programa inteiro, para dedicar alguns segundos para a matéria “segura IBOPE” que alavanca a audiência para o Programa do Jô.

O resultado foi apresentado em duas partes. De cara, da terceira à quinta colocações.

No posto 5, Barulhinho Bom, de Marisa Monte, seguido de Cabeça Dinossauro, com seu esboço de Da Vinci, dos Titãs, e do antológico álbum de estréia dos Secos e Molhados, de 1973.

Até aí, vá lá! Gosto é gosto, não se discute - apenas se critica. A crítica a ser feita é a sentida ausência de Tropicália ou Panis et Cicensis na relação. Não por tudo o que a obra representa na música brasileira, rompendo a barreira do regionalismo ortodoxo e abrindo as cortinas para a música pop - o que nunca é demais frisar. Mas pela capa em si mesmo, idéia dessas que dá vontade de ter tido.

Vamos agora à patacoada. Pesquisas pela internet, assim com as que colocaram o Cristo nas Maravilhas e elegeu Maradona melhor que Pelé na eleição da FIFA, jamais serão confiáveis.


Uma pesquisa em que os encartes de Arroz e feijão, de Daniela Mercury, e (pois é!) Anacrônico, da Pitty, conquistam a primeira e a segunda colocação respectivamente, não dá para se levar à sério.

Os olhos de qualquer pessoa, comparando as outras concorrentes e suas propostas, buscando inclusive as não citadas nesse post, vêem isso.

O cd da rainha do axé-music tem uma foto realmente linda na capa, e o da roqueira, um desenho bem legal. Mas mobilizações de seus fãs em comunidades do Orkut e correntes na rede corromperam a já descriteriosa especulação.

Pelo menos houve um mínimo de dignidade dos diretores do jornal ao apresentar em separado esse resultado, evidenciando o modo em que se definiu a disputa.

Resumo da ópera: Ignorem as duas primeiras colocações.


segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Oi!Oi!Oi! with the punx and skins! The Casualties estão chegando!

Após alguns anos de especulações, uma data marcada no começo do ano e depois cancelada, finalmente os Street Punks do Casualties estão vindo para o Brasil para 4 apresentações, todas no estado de São Paulo.

O Casualties nasceu em Nova York, berço de diversas bandas do cenário punk rock e hardcore, provavelmente a mais importante delas seja o Ramones, banda essa que exerce muita influência no som do Casualties, como pode ser visto na música Made in N.Y.C. que utiliza trechos e nomes das músicas dos Ramones para fazer uma homenagem a eles.



Eles chegam ao Brasil para a turnê Sul Americana, divulgando seu novo álbum ao vivo entitulado Made in N.Y.C., assim como a música. O álbum conta com 22 faixas e um dvd do show ao vivo, pode ser adquirido pela internet por U$10,00. Que bom seria se discos fossem vendidos a esse preço aqui no Brasil também.

As datas no Brasil são:
18 de Outubro (quinta-feira): Santos/SP - Espaço Studio G
19 de Outubro (sexta-feira): São José dos Campos/SP - Hocus Pocus
20 de Outubro (sábado): São Paulo/SP - Hangar 110
21 de Outubro (domingo): São Paulo/SP - Hangar 110

Em São Paulo o ingresso para o show custa R$70,00 inteira e R$35,00 a meia entrada, podem ser comprados nas lojas Decontrol e Estrondo na Galeria do Rock.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

De novo do jeito que já foi um dia


Lulu Santos sobe ao palco do Tom Brasil hoje, e como de praxe no seu repertório consta todas as suas músicas chicletinhos dos anos 80, e também os novos hits do álbum LongPlay.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Multishow apresenta documentário sobre rock nacional

Na próxima quinta, dia 4, a partir das 21h45, o canal pago Multishow estréia o programa Que Rock é Esse?. Trata-se de uma série em 13 episódios que mostrará, por meio de imagens históricas e entrevistas, a evolução do rock no cenário musical nacional.

Aprsentado por Beto Lee e digrigido por Rodrigo Carelli, o programa fará uma análise de como o gênero revolucionou o país e ainda conta com entrevistas de grandes nomes do rock brasileiro.

O primeiro episódio é um prólogo e vai mostrar como as décadas de 60 e 70 prepararam o terreno para o que viria a acontecer na década seguinte. Os próximos cinco episódios serão dedicados aos anos 80; os cinco seguintes à década de 90 e os dois últimos programas tratarão do ano 2000.

Seção Fotos de Infância


Steven Tyler
(Stephen Victor Tallarico)
AEROSMITH

O início e o fim!

e o meio?

Faça a sua comparação!



Raul Seixas, 1973




Raul Seixas, 1989


O início, o fim, o meio, ou necas?
Diga lá!



ps.: Fico com o início, mas o meio deve ter sido muito bem aproveitado... Ah se deve!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

As jóias da família de um astro do rock


Gene Simmons, ou Chaim Witz, o israelense que conquistou o mundo através da lendária banda Kiss, segue os passos de Ozzy Osbourne e mostra o cotidiano de sua família em "Gene Simmons - Uma Família Jóia" (Gene Simmons - Family Jewels), exibido no Brasil pelo canal de TV paga A&E.

O baixista, que já namorou divas como Cher e Diana Ross, divide o mesmo teto há 23 anos com a ex-playmate Shannon Tweed. Os dois são pais de dois filhos já adolescentes: Nicholas e Sophie.

O conteúdo do programa é bem diferente do exibido pelo The Osbournes. Gene, com seu tino apurado para negócios, vive inventando formas de aumentar sua fortuna já estimada em 250 milhões de dólares, conseguidos graças a muita maquiagem, sangue e uma língua peculiar. Segundo Nicholas: "A droga do meu pai é o dinheiro. Enquanto todo mundo estava usando drogas, ele fazia dinheiro".

E isso Gene Simmons sabe fazer como ninguém. No decorrer dos episódios, Gene monta competições de esqui, lava-jatos com moças de bikíni usando nada além do seu próprio corpo para o serviço; lança azulejos, móveis e até perfumes, claro, da marca que o fez chegar ao topo do mundo: o Kiss.

Além de um estupendo homem de negócios, Simmons se mostra um pai presente e carinhoso (claro, sempre sendo zombado pela família por causa de sua obsessão pelos negócios e pela própria beleza). Seus filhos não lembram nem de longe Jack e Kelly Osbourne: Não têm problemas com drogas e são muito simpáticos.

Desfazendo o estereótipo de que roqueiro é, por obrigação, louco, "Gene Simmons - Uma Família Jóia" é um programa que mostra o dia-a-dia de uma família estruturada (embora Gene e Shannon não sejam oficialmente casados) e todas as coisas boas que um rockstar bem-sucedido pode conquistar. Isso o baixista nos lembra ao início de cada episódio declarando: "É por isso que é bom ser...Eu."